Seres extraterrestres


A Ciência tem pesquisas e estudos avançados sobre o cérebro. Ela dedica-se aos fatos objetivos, ao mundo Real (da matéria), porque o subjetivo é outro Universo que não pode ser observado e medido. O homem dedica-se ao mundo externo porque a maioria dos indivíduos é extrovertido. Este segmento é tão atraente que nem o Psicólogo que estuda o ser humano, geralmente, não busca o conhecimento de si mesmo, mas somente estuda a personalidade dos outros. O mundo subjetivo, entretanto, não é menos “real” e o autoconhecimento que nos faz descobri-lo não tem as mesmas motivações porque ele é “invisível”.
O meu autoconhecimento busca conhecer a mim mesmo, estudando as forças conscientes e inconscientes que movem a personalidade, os pensamentos, o Eu, o Ego, a memória, os sonhos, isto é, a alma, a mente humana. O personagem principal desta pesquisa sem dúvida é o cérebro. A Ciência já lançou muitas luzes sobre as suas atividades, mas o funcionamento subjetivo é mais amplo e nos dá explicações que infelizmente não podemos provar. É uma intuição, um sentimento, uma claridade, uma consciência que descobre, que tira da escuridão, do inconsciente, através de insights, uma nova realidade.
Esta realidade é um despertar, uma nova percepção, nova consciência da realidade. A maioria das pessoas está imersa na ilusão, vê apenas a miragem do mundo real em que acredita. Observando apenas o mundo real o indivíduo nem sempre perde os valores do mundo subjetivo, se tem a capacidade de conseguir mergulhar dentro de si mesmo pela introspecção.
Ao lhar para dentro de si mesmo, o cérebro tem a capacidade de observar a si mesmo. Este observar precisa também da experiência resultante de um impacto (“terremoto”) físico. Por exemplo, uma doença impactante, uma cirurgia do coração, uma isquemia cerebral ou de uma cirurgia de hidrocefalia. Neste patamar o Eu depois de ter estudado a alma humana, ter amadurecido o conhecimento com o tempo, chega ao ponto em que as coisa ficam claras. Está em condições, usando a inteligência, a razão e a intuição, de poder questionar as crenças e a fé.
Aquilo que está no mundo subjetivo a Ciência não consegue comprovar. Este é real para aquele ser sensitivo, introvertido e intuitivo. Para ter acesso, o indivíduo precisa dessas qualidades naturais. A Razão é a maior faculdade da alma humana. Então negar a identificação de fenômenos subjetivos em favor de crenças é uma insensatez. Neste sentido, os espíritos definidos pelo espiritismo são uma crença, e os seres extraterrestres também. Estes fenômenos são uma criação do cérebro tão pouco conhecido pelos seres humanos.

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