Um Filho do Acaso (Parte 1)
“Deus” lança as sementes genéticas das famílias nos campos da Vida. Algumas caem em áreas férteis, menos férteis e outras em áreas estéreis. Por acaso, a semente que caiu em uma família campesina de área propícia, com nutrientes, água e sol adequados, brota e inicia o seu crescimento de acordo com a leis da evolução. O ser (o menino) tem um crescimento forte que é alimentado e direcionado pelo espírito embutido na semente. Após, dez anos, ao perceber que absorvera as energias disponíveis naquele espaço e lugar, o espírito transfere o menino para uma outra realidade que ofereça condições para a sua evolução.
No novo ambiente, um internato, ele é levado a um espaço que o atrai profundamente: a música. Participa do Coral e faz sucesso como cantor infantil. O seu cérebro, entretanto, não tem as qualidades biológicas, as configurações necessárias para a música. Não tem vocação para ela. Como cantor a voz firma-se no tom do harmônio ou do piano, sem a necessidade de ter “ouvido”. Mas não consegue cantar sozinho. A incapacidade de tocar piano, tendo como professor o maestro do Coral, mostrou esta deficiência.
A adolescência que começou com o despertar do sexo mostrou um drama subjetivo terrível. Foi-lhe dito pelo Padre que sexo era pecado. E a sua energia sexual era muito forte. Este drama além do cérebro que não conseguia resolver os problemas provenientes dos avanços do estudo da matemática, incluindo a declinação do latim e do alemão, inclinaram-no para disciplinas da área do clássico em oposição ao científico. Mas em face da sua forte energia sexual, intuiu que não conseguiria avançar para a profissão que exigia castidade para toda a vida. Sem pedir orientações, saiu do internato e, dedicou-se a seguir a vida num novo e desconhecido espaço.
No mundo em que ingressou encontrou muitas dificuldades e pouca receptividades aos valores que até então havia aprendido. Aos dezessete anos a única experiência de vida era do internato. Perdido neste novo mundo e sem a mínima noção do que era sexo, era um peixe fora da água.
Aos dezoito anos, por lei, precisou fazer o serviço militar obrigatório. Será uma nova mudança para um mundo totalmente diferente. Aos poucos, vai-se adaptando ao novo sistema de valores.
No novo ambiente, um internato, ele é levado a um espaço que o atrai profundamente: a música. Participa do Coral e faz sucesso como cantor infantil. O seu cérebro, entretanto, não tem as qualidades biológicas, as configurações necessárias para a música. Não tem vocação para ela. Como cantor a voz firma-se no tom do harmônio ou do piano, sem a necessidade de ter “ouvido”. Mas não consegue cantar sozinho. A incapacidade de tocar piano, tendo como professor o maestro do Coral, mostrou esta deficiência.
A adolescência que começou com o despertar do sexo mostrou um drama subjetivo terrível. Foi-lhe dito pelo Padre que sexo era pecado. E a sua energia sexual era muito forte. Este drama além do cérebro que não conseguia resolver os problemas provenientes dos avanços do estudo da matemática, incluindo a declinação do latim e do alemão, inclinaram-no para disciplinas da área do clássico em oposição ao científico. Mas em face da sua forte energia sexual, intuiu que não conseguiria avançar para a profissão que exigia castidade para toda a vida. Sem pedir orientações, saiu do internato e, dedicou-se a seguir a vida num novo e desconhecido espaço.
No mundo em que ingressou encontrou muitas dificuldades e pouca receptividades aos valores que até então havia aprendido. Aos dezessete anos a única experiência de vida era do internato. Perdido neste novo mundo e sem a mínima noção do que era sexo, era um peixe fora da água.
Aos dezoito anos, por lei, precisou fazer o serviço militar obrigatório. Será uma nova mudança para um mundo totalmente diferente. Aos poucos, vai-se adaptando ao novo sistema de valores.
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