Atração e Identificação
“É algo mais forte dentro de nós. Atração é a palavra certa. Há quem gosta de jiló, quiabo, óleo de bacalhau, há quem prefere beterraba, champignon e caviar. Eu gosto de whisky, há quem prefere cachaça. Gosto de frango grelhado com batatas, há quem prefere arroz com feijão e bife. Eu prefiro cores pastéis, há quem gosta de rosa choque e verde limão com amarelo ouro. Prefiro sapatos, há quem só usa tênis. Gosto de cabelos curtos, há quem gosta de cumpridos. São identificações. São coisas que nos saltam aos olhos e nos fazem sentir mais atraídos por elas. Gostar mais de verde ou de amarelo não é fazer uma opção, é ? Então compreendo o resto do mundo da mesma forma. Não optei ser Psicólogo, Advogado ou outra coisa. Não optei ler Patinhas ou o Gazeta Mercantil, é uma questão que diz respeito ao meu processo de identificação.” (O Psicólogo).
Quando me identifico, eu sou o outro. É um sentimento, algo muito profundo. Dizia-me um conhecido: Bolsonaro é o MEU Presidente! O mesmo diz outro com relação a Lula. O preconceito também é um sentimento e por isto não basta um juiz dizer que estou errado. É um processo de identificação, um sentimento que tem história no meu processo mental. É a minha convicção, a minha fé. Por isto, não se discute algo que está enraizado na minha alma. Abrir a mente para o diferente não é algo fácil. No processo de autoconhecimento, desfazer-se de toda a crença, fé, ideologia e convicção é o primeiro passo. Isto exige disciplina e treinamento. A evolução da consciência precisa tropeçar nestes obstáculos que estão postos na nossa vida e evoluir. O nosso cérebro precisa estar desconectado dos terríveis condicionamentos que nos mantém presos e ter consciência desta condição.
Quando me identifico, eu sou o outro. É um sentimento, algo muito profundo. Dizia-me um conhecido: Bolsonaro é o MEU Presidente! O mesmo diz outro com relação a Lula. O preconceito também é um sentimento e por isto não basta um juiz dizer que estou errado. É um processo de identificação, um sentimento que tem história no meu processo mental. É a minha convicção, a minha fé. Por isto, não se discute algo que está enraizado na minha alma. Abrir a mente para o diferente não é algo fácil. No processo de autoconhecimento, desfazer-se de toda a crença, fé, ideologia e convicção é o primeiro passo. Isto exige disciplina e treinamento. A evolução da consciência precisa tropeçar nestes obstáculos que estão postos na nossa vida e evoluir. O nosso cérebro precisa estar desconectado dos terríveis condicionamentos que nos mantém presos e ter consciência desta condição.
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