Meu universo: o cérebro.

O meu universo é o meu cérebro. Dediquei a minha vida ao autoconhecimento, para descobrir, no final, que foi o cérebro que me traçou este caminho. O mergulho dentro de mim mesmo, isto é , no meu cérebro, juntando a experiência de vida e os estudos me abriram os olhos para a infinita diversidade da vida e do universo.

As experiências que não seguiram as regras da razão e as ultrapassaram, me fizeram um ser maior. Sim, a dor foi uma constante, como não poderia deixar de ser.

Sinto o cérebro como um alienígena que me faz ser o que sou. Ele permite que me olhe do alto e de longe, que receba mensagens de outros cérebros que as chamam de coincidências. Mas isto exige muita atenção. Muita atenção. Muitos falam em espíritos, mas eu percebo que são obras do cérebro. Uma cabana no Estados Unidos era infestada de espíritos. 

Colocaram gravadores e câmaras para registrá-los na ausência de pessoas. Nada identificaram. Somente quando havia pessoas no recinto, as manifestações existiam.

O cérebro ainda é um mistério porque a Ciência somente aceita os fenômenos que podem ser provados objetivamente, cientificamente. O cérebro, na maioria das vezes, se manifesta de forma subjetiva.

A consciência e os pensamentos são produtos do cérebro, embora muitos acreditem em outras coisas. O Ego usa o cérebro de muitas formas e em todos os limites possíveis. Os poderes da fé, da crença e da força da vontade são levados ao extremo.

O cérebro, entretanto, é limitado na sua estrutura física, aos poderes definidos pelo seu DNA, sua natureza original e que pode oferecer surpresas.

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