O Meu Ponto de Vista
O que eu faço e que eu penso não é obra minha, mas do meu cérebro. Há 2.400 anos Platão afirmou: conheça a ti mesmo (nosce te ipsum). Meu cérebro recebeu esta mensagem e a levou a sério. Descobri um mundo de ilusões e precisei separar o real do ilusório, o verdadeiro do imaginário e, principalmente, que o cérebro é tão complexo que nos confunde na sua observação. Isto é, o mundo imaginário, a mente, é uma fábula infinita. O cérebro é finito, mas descobre-se que a sua capacidade é infinita para criar.
Esquisito (“encontrado com dificuldade; raro, precioso, fino. POR EXTENSÃO, desconhecido, estranho, exótico.”) é a palavra usada na tradução de C. G. Jung. Não conheço o original em alemão, mas a palavra deve ser “komisch”. O comportamento de quem gosta quando jovem de andar nu no mato serve de exemplo. São estas particularidades que podem ser do Bem ou do Mal onde cada indivíduo tem as suas características. Há energias básicas que são diferentes em cada indivíduo e são elas que levam a comportamentos esquisitos. Não existe um comportamento normal, aí entra a educação que pretende mudar o que é íntimo para o social. O cérebro aprende com as regras do mundo em que vive. Este comportamento é forçado e alguns tem dificuldades para adaptar-se, outros se adaptam facilmente.
As características do introvertido e do extrovertido.
“Como já sabemos a nossa introversão está diretamente relacionada com a nossa paisagem cerebral. A maneira como o sangue flui em nosso cérebro e o neurotransmissor ao qual somos mais sensíveis são responsáveis pela configuração desta paisagem. Como isso afeta diretamente o nosso comportamento?
Pesquisas científicas descobriram duas coisas interessantes. Em primeiro lugar, os introvertidos têm mais fluxo de sangue para o cérebro do que os extrovertidos. Mais fluxo de sangue indica mais estimulação interna. Em segundo lugar, o sangue de introvertidos e extrovertidos viajam ao longo de diferentes percursos. O caminho dos introvertidos é mais complicado e focado internamente. Enquanto os extrovertidos é mais focado externamente.” Cérebro do Introvertido: como ele determina seu comportamento? - Introvertidamente.
Advogam muitos que ser introvertido é uma doença e, portando, pode ser curada, pois 70% das pessoas é extrovertida. Observem, impossível. Há coisas básicas, energias que fincam raízes na alma e que não podem ser mudadas. Não dependem de opiniões, de palavras, pensamentos ou de algum querer. São fixas, imutáveis, fazem parte do nosso esqueleto mental, da programação natural e física, e que não podem mudar no decorrer dos anos de vida. Neste contexto sempre sou a favor de coisas que são razoáveis no meu critério de avaliação. Por outro lado, não sei lidar com a diferença. A palavra-chave é lidar. Sou de direita, mais uma característica do cérebro. Então o autoconhecimento, nesta idade, penso que está quase completo.
O meu ponto de vista, portanto, é do cérebro. Ele determina o que sou e o que faço. A experiência da vida foi uma caminhada morro acima. No sopé da montanha tenho uma visão do meu mundo e no tope a visão é diferente. Por isso a atração de subir a montanha. Milionários pagam fortunas e contratam foguetes para ver a Terra do alto, uma experiência única que uma pessoa autoconsciente tem, sem precisar embarcar em foguetes.
O meu ponto de vista está localizado no universo, no local em que estou conscientemente, longe do Ego, da Fé e das crenças.
Esquisito (“encontrado com dificuldade; raro, precioso, fino. POR EXTENSÃO, desconhecido, estranho, exótico.”) é a palavra usada na tradução de C. G. Jung. Não conheço o original em alemão, mas a palavra deve ser “komisch”. O comportamento de quem gosta quando jovem de andar nu no mato serve de exemplo. São estas particularidades que podem ser do Bem ou do Mal onde cada indivíduo tem as suas características. Há energias básicas que são diferentes em cada indivíduo e são elas que levam a comportamentos esquisitos. Não existe um comportamento normal, aí entra a educação que pretende mudar o que é íntimo para o social. O cérebro aprende com as regras do mundo em que vive. Este comportamento é forçado e alguns tem dificuldades para adaptar-se, outros se adaptam facilmente.
As características do introvertido e do extrovertido.
“Como já sabemos a nossa introversão está diretamente relacionada com a nossa paisagem cerebral. A maneira como o sangue flui em nosso cérebro e o neurotransmissor ao qual somos mais sensíveis são responsáveis pela configuração desta paisagem. Como isso afeta diretamente o nosso comportamento?
Pesquisas científicas descobriram duas coisas interessantes. Em primeiro lugar, os introvertidos têm mais fluxo de sangue para o cérebro do que os extrovertidos. Mais fluxo de sangue indica mais estimulação interna. Em segundo lugar, o sangue de introvertidos e extrovertidos viajam ao longo de diferentes percursos. O caminho dos introvertidos é mais complicado e focado internamente. Enquanto os extrovertidos é mais focado externamente.” Cérebro do Introvertido: como ele determina seu comportamento? - Introvertidamente.
Advogam muitos que ser introvertido é uma doença e, portando, pode ser curada, pois 70% das pessoas é extrovertida. Observem, impossível. Há coisas básicas, energias que fincam raízes na alma e que não podem ser mudadas. Não dependem de opiniões, de palavras, pensamentos ou de algum querer. São fixas, imutáveis, fazem parte do nosso esqueleto mental, da programação natural e física, e que não podem mudar no decorrer dos anos de vida. Neste contexto sempre sou a favor de coisas que são razoáveis no meu critério de avaliação. Por outro lado, não sei lidar com a diferença. A palavra-chave é lidar. Sou de direita, mais uma característica do cérebro. Então o autoconhecimento, nesta idade, penso que está quase completo.
O meu ponto de vista, portanto, é do cérebro. Ele determina o que sou e o que faço. A experiência da vida foi uma caminhada morro acima. No sopé da montanha tenho uma visão do meu mundo e no tope a visão é diferente. Por isso a atração de subir a montanha. Milionários pagam fortunas e contratam foguetes para ver a Terra do alto, uma experiência única que uma pessoa autoconsciente tem, sem precisar embarcar em foguetes.
O meu ponto de vista está localizado no universo, no local em que estou conscientemente, longe do Ego, da Fé e das crenças.
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