O primeiro amor ninguém esquece
O primeiro amor ninguém esquece.
O meu teve início, meio,
Mas não teve fim.
Nos separamos no meio,
Nos perdemos,
Não tínhamos referências.
Perguntei a conhecidos,
Folheei listas telefônicas,
Mas o teu nome, tão comum
Não aparecia...
Nem homônimos havia
Que fizessem o coração disparar.
Nada.
O diário,
Lia e relia ...
Olhares que se encontravam,
Mãos que se encostavam,
Sorrisos que enlevavam,
Palavras que ainda soavam...
Então ela achou o diário
– revirava a casa em busca de algo incriminador –
E desatou a gargalhar: amas um rapaz!?
O amor era só nosso,
Mas a megera o descobriu,
E acabou a minha paz.
A infelicidade tomou conta de mim.
O diário queimei,
Nem as cinzas guardei...
Depois de anos, continuo a te procurar.
Em cada garoto busco a tua face,
A tua voz, o teu sorriso, o teu olhar.
O nosso amor precisa de um final.
O meu teve início, meio,
Mas não teve fim.
Nos separamos no meio,
Nos perdemos,
Não tínhamos referências.
Perguntei a conhecidos,
Folheei listas telefônicas,
Mas o teu nome, tão comum
Não aparecia...
Nem homônimos havia
Que fizessem o coração disparar.
Nada.
O diário,
Lia e relia ...
Olhares que se encontravam,
Mãos que se encostavam,
Sorrisos que enlevavam,
Palavras que ainda soavam...
Então ela achou o diário
– revirava a casa em busca de algo incriminador –
E desatou a gargalhar: amas um rapaz!?
O amor era só nosso,
Mas a megera o descobriu,
E acabou a minha paz.
A infelicidade tomou conta de mim.
O diário queimei,
Nem as cinzas guardei...
Depois de anos, continuo a te procurar.
Em cada garoto busco a tua face,
A tua voz, o teu sorriso, o teu olhar.
O nosso amor precisa de um final.
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