Música e Idioma
“No
terceiro mês de gestação, o aparelho auditivo dele já está apto
a perceber sons (a essa altura da gravidez, o feto está totalmente
formado e, a partir daí, só vai crescer e ganhar peso). Então, ele
não apenas ouve sua voz como capta outros ruídos externos”.
(http://mdemulher.abril.com.br/familia/claudia/9-fatos-que-voce-nao-sabe-sobre-seu-bebe)
Eu
queria saber porque era apaixonado por música, principalmente,
música clássica com coral. E descobri. Mamãe durante a gravidez e
depois do nascimento, frequentava aos domingos a missa na igreja
matriz de São Pedro de Alcântara. A missa era rezada em latim e o
coral de três vozes, de boa qualidade, acompanhava toda a celebração.
O
marido da minha prima também apaixonado por música alemã era de
família descendente de italianos. Questionei estranhando, mas ele
respondeu:
- Minha
mãe era alemã.
Isto também ocorre com relação ao idioma. O som da língua é armazenado pelo cérebro e “os padrões neurais criados pelo idioma ouvido nos primeiros anos de vida permanecem guardados na memória. E esses padrões são mantidos ao longo do tempo, mesmo que a pessoa não volte a entrar em contato com a língua que ouviu logo quando nasceu.”
Isto também ocorre com relação ao idioma. O som da língua é armazenado pelo cérebro e “os padrões neurais criados pelo idioma ouvido nos primeiros anos de vida permanecem guardados na memória. E esses padrões são mantidos ao longo do tempo, mesmo que a pessoa não volte a entrar em contato com a língua que ouviu logo quando nasceu.”
(http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/02/150128_criancas_idioma_lgb)
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