O Conhecimento
Vendo
o vídeo “Kastelruther
Spatzen - Junge Bergfee” , uma
festa famíliar alemã no interior, lembro-me das festas em família.
A presença de um policial fardado e família, tem grande
significado. Lembro-me que Amandus e Virgílio, dois nomes romanos,
na minha percepção, davam certa autoridade. Um cidadão fardado era
muito respeitado. A sua imagem transmite autoridade, ordem,
disciplina e seriedade.
Penso
que a maior qualidade de um líder é ser honesto e sério. A
honestidade, entretanto, sempre foi tão rara que quele famoso
filósofo grego, Diógenes, andava de dia, com roupa de mendigo,
levando uma lamparina acesa, à procura de um homem honesto.
Um
homem comum, segurança particular de Hitler falou certa vez: ele era
um homem sério. Tive o privilégio, em anos longíquos, de conhecer
jovens nazistas - moças e rapazes - na internet. Eles eram
perseguidos terrivelmente por hackers. Os nazistas tinham uma Escola
Esotérica que tinha Hitler como sumo sacerdote, isto é, era uma
religião. Seus ensinamentos foram recebidos por monges do Tibet.
Diziam inclusive que jovens monges, lutadores treinados com técnicas
de defesa pessoal, foram no final da Segunda Guerra a Berlim dar
proteção pessoal a ele. Deve ser estória. Eu não sou nazista, nem
filiado a qualquer partido político. Mas penso que todo conhecimento
é importante, pois nos liberta da ignorância.
Neste
contexto, não posso deixar de registrar o argentino Carlos B.
Gonzáles Pecotche (Raumsol), quando afirma que o Conhecimento é a
sua Religião. Ele deixou de fazer cursos superiores porque o
desviariam da sua missão maior, o Autoconhecimento. Foi um
autodidata e criou a Logosofia.
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