Mediunidade
“Mediunidade,
ou canalização,
designa a alegada comunicação entre humanos (encarnados)
e espíritos (desencarnados);
ou a manifestação espiritual via corpo físico que não lhe
pertence."
(Wikipedia)
Até
hoje não houve comprovação científica da existência da
mediunidade. Eu, pessoalmente, pela minha experiência de vida, penso
este é um trabalho do cérebro. Sou sensitivo, isto é, meus
sentidos são mais aguçados. Minha intuição é forte de tal forma
que não é apenas um insight, mas ela entra em todas as ações da
minha vida. Na intuição entra todo o conhecimento consciente e
inconsciente, e toda a experiência da vida.
A
minha consciência é formada pela intuição em parceria com o
desenvolvimento da razão e das faculdades superiores do cérebro.
Excluí a fé e as crenças. Isto cria uma situação inusitada pois
parece que elas são fundamentais nas pessoas comuns.
Percebo,
então, que o cérebro cria personagens com as memórias de que
dispõe. O escritor quando escreve um livro relata que muitas vezes
os seus personagens tem vontade própria. O cérebro os cria e os
direciona nas suas ações. Da mesma forma o cérebro cria um
personagem formado por suas memórias, pela sua crença e pela sua
fé. Este personagem aparece real na pessoa sensitiva. Mas é tão
somente um personagem criado pelo cérebro. Huberto Rohden foi uma
pessoa com a qual muito me identifico porque li muitos dos seus
livros. Filho de família católica, descendente de alemães de São
Pedro de Alcântara, Padre, sensitivo e um grande escritor. A sua
experiência na Seminário foi diferente, por isso ele chegou a ser
Padre. Ele é um personagem que meu cérebro poderia criar, o que
seria chamado de mediunidade.
A
Consciência é uma anergia que se conecta com as energias do
Universo. Por isto, o sensitivo, às vezes, tem a percepção de
fatos futuros. Ela pode também dar “presentes” que a razão não
explica.
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