O cérebro é uma magnífica máquina que fabrica pensamentos, realidades e ilusões.

O cérebro é uma magnífica máquina que fabrica pensamentos, realidades e ilusões. Conseguir sair do turbilhão dos pensamentos e ficar no centro do furacão oferece ao eu uma visão panorâmica do seu mundo. Somente neste espaço vazio e afastado é possível observar a dinâmica do cérebro. Máquina fantástica que o homem ainda não compreende, mas que cria um universo que o amedronta, muitas vezes, mas forma um espetáculo de tirar o fôlego.
Procuramos encontrar um sentido nos caminhos que nos são indicados, mas que na maioria das vezes são tão somente um jogo, uma brincadeira para nos tirar do sério. O cérebro inventa pegadinhas e, depois, pede desculpas pela nossa ingenuidade.
Por que os sonhos precisam ser decifrados? Porque as ilusões precisam ser desmitificadas? Por que não conseguimos somente apreciar e nos divertir com os jogos que nos são propostos? Corremos atrás de explicações, de atores que nos ludibriam, que nos deixam ainda mais confusos nas nossas indagações. Histórias fantásticas nos atraem, crenças fantasmagóricas nos assustam e precisamos acessar ao andar superior da consciência para ver a realidade.
A fé, sim, precisamos da fé, não a simples crença em algo que não tem base na realidade definida pelos nossos sentidos, mas da fé fundamentada livre das distorções que os próprios sentidos oferecem.
Assim como os espíritos não são reais, a viagem astral também não o é. O cérebro é o centro da Arte, da criação mental e de todas as manifestações reais, normais e paranormais. Ele cria Deus e o Diabo com todo o seu séquito de anjos e demônios para aqueles que acreditam. Assim como cria o Universo para todos aqueles que adoram a realidade.

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