A IGNORÂNCIA E ZAR-ADUST
O corpo e o espírito formam um todo, um indivíduo, um sujeito que muito pouco conhece a si mesmo. Mas podemos chegar a um estágio de desenvolvimento individual em que, para bons observadores, o autoconhecimento e a Ciência se completam. Não é uma questão de fé, mas de consciência. Há aqueles para os quais a Ciência é a autoridade absoluta, esquecendo-se, entretanto eles, que também ela está em desenvolvimento e as suas descobertas são verdades relativas. O desenvolvimento do Eu está inserida no processo de evolução do cosmo e essa situação permite perceber essa constante transformação.
O pensamento, para muitos, é uma atividade essencialmente intelectual que envolve somente o cérebro. Pensar, entretanto, envolve o todo, onde o cérebro é o centro de processamento de dados. Colocar a vontade a serviço da inteligência, e somente dela, impede o desenvolvimento integral. A erudição e a inteligência enciclopédica escondem, muitas vezes, uma personalidade mutilada. A abstração e desenvolvimento intelectual parecem funcionar como um estorvo para a percepção da totalidade. Privilegiando a inteligência e a razão, o homem atrofia, por falta de uso, o sentimento, o intuitivo, o instintivo e o humano.
É da natureza do intelecto dividir, separar e somar – processos analítico e sintético. Mas na formação da consciência aparece um componente a mais: o sentimento. O sentimento une, aglutina aquilo que o intelecto separa e soma. Somar é uma função matemática, objetiva, lógica e racional. Na união entra o componente afetivo que trabalha com significados. O sentimento é o componente necessário para que se forme a consciência. Ter consciência é ter a capacidade de dividir, identificar, somar e unir as partes do todo.
A ignorância não é só a falta de inteligência e de conhecimentos, mas, principalmente, a falta dessa consciência, dessa compreensão do todo. Por isto, podemos afirmar que um dos males que aflige a humanidade chama-se ignorância.” (Tradução livre de Antônio Felinto a partir de um texto em alemão, cujo autor teve acesso a um manuscrito que os admiradores juram ser de Zar-Adusht.)
Segundo os habitantes da Mongólia Oriental, Zar-Adusht foi domador de cavalos na região próximo ao deserto de Badan Jaran. Viveu naquela região no século XIV DC. Homem rude, belo, forte, de muita coragem e magnetismo pessoal, dizia-se livre. Era mais odiado que amado por homens e mulheres da sua época. A tradição afirma que seus pais não eram conhecidos. Saiu do deserto e a ele voltou quando completou 35 anos de idade. Segundo testemunhas ainda é visto cavalgando um cavalo negro em noites de lua cheia. Há relatos de que seqüestra belos rapazes e os abandona exaustos pela madrugada. Outros afirmam tê-lo visto acompanhando caravanas no deserto e ser muito respeitado pelos nômades. Dizem, ainda, que é amado pelos sábios sufis que o chamam de Khwâjâ (Mestre). (AP)
Zar-Adust continua notícia.
Causou sensação na Europa, principalmente na Holanda, a notícia sobre Zar-Adusht. O que parecia somente uma lenda do conhecimento de poucos iniciados, virou uma grande curiosidade. Sabe-se agora que ele é venerado pelo povo mais simples que lhe atribui milagres de cura, principalmente, de jovens carentes e depressivos. Se seqüestros existem, até agora nenhuma queixa foi registrada. Há inclusive jovens que em noites de lua cheia se estão aventurando pelo deserto, na esperança de encontrá-lo. O vampiro pós-moderno como ficou conhecido parece que vai perder a sua tranqüilidade no deserto de Badan Jaran. Embora seja uma região inóspita e pouco conhecida, a coincidência com as férias do verão europeu deverá levar muitos turistas para aquela região da Mongólia. (AP).
(Zar-Adust foi um personagem criado por mim em 2002. Tive um boletim com artigos meus e entregue pessoalmente em serviços e no comércio de Floripa.)
O pensamento, para muitos, é uma atividade essencialmente intelectual que envolve somente o cérebro. Pensar, entretanto, envolve o todo, onde o cérebro é o centro de processamento de dados. Colocar a vontade a serviço da inteligência, e somente dela, impede o desenvolvimento integral. A erudição e a inteligência enciclopédica escondem, muitas vezes, uma personalidade mutilada. A abstração e desenvolvimento intelectual parecem funcionar como um estorvo para a percepção da totalidade. Privilegiando a inteligência e a razão, o homem atrofia, por falta de uso, o sentimento, o intuitivo, o instintivo e o humano.
É da natureza do intelecto dividir, separar e somar – processos analítico e sintético. Mas na formação da consciência aparece um componente a mais: o sentimento. O sentimento une, aglutina aquilo que o intelecto separa e soma. Somar é uma função matemática, objetiva, lógica e racional. Na união entra o componente afetivo que trabalha com significados. O sentimento é o componente necessário para que se forme a consciência. Ter consciência é ter a capacidade de dividir, identificar, somar e unir as partes do todo.
A ignorância não é só a falta de inteligência e de conhecimentos, mas, principalmente, a falta dessa consciência, dessa compreensão do todo. Por isto, podemos afirmar que um dos males que aflige a humanidade chama-se ignorância.” (Tradução livre de Antônio Felinto a partir de um texto em alemão, cujo autor teve acesso a um manuscrito que os admiradores juram ser de Zar-Adusht.)
Segundo os habitantes da Mongólia Oriental, Zar-Adusht foi domador de cavalos na região próximo ao deserto de Badan Jaran. Viveu naquela região no século XIV DC. Homem rude, belo, forte, de muita coragem e magnetismo pessoal, dizia-se livre. Era mais odiado que amado por homens e mulheres da sua época. A tradição afirma que seus pais não eram conhecidos. Saiu do deserto e a ele voltou quando completou 35 anos de idade. Segundo testemunhas ainda é visto cavalgando um cavalo negro em noites de lua cheia. Há relatos de que seqüestra belos rapazes e os abandona exaustos pela madrugada. Outros afirmam tê-lo visto acompanhando caravanas no deserto e ser muito respeitado pelos nômades. Dizem, ainda, que é amado pelos sábios sufis que o chamam de Khwâjâ (Mestre). (AP)
Zar-Adust continua notícia.
Causou sensação na Europa, principalmente na Holanda, a notícia sobre Zar-Adusht. O que parecia somente uma lenda do conhecimento de poucos iniciados, virou uma grande curiosidade. Sabe-se agora que ele é venerado pelo povo mais simples que lhe atribui milagres de cura, principalmente, de jovens carentes e depressivos. Se seqüestros existem, até agora nenhuma queixa foi registrada. Há inclusive jovens que em noites de lua cheia se estão aventurando pelo deserto, na esperança de encontrá-lo. O vampiro pós-moderno como ficou conhecido parece que vai perder a sua tranqüilidade no deserto de Badan Jaran. Embora seja uma região inóspita e pouco conhecida, a coincidência com as férias do verão europeu deverá levar muitos turistas para aquela região da Mongólia. (AP).
(Zar-Adust foi um personagem criado por mim em 2002. Tive um boletim com artigos meus e entregue pessoalmente em serviços e no comércio de Floripa.)
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