A SENSIBILIDADE

A sensibilidade do sensitivo se desenvolve naturalmente, isto é, há um crescimento individual na percepção de realidades que estão além daquelas registrados pelos cinco sentidos. São informações que ampliam a sua consciência da realidade. Na verdade, parece que o ser humano comum tem diversas “capas” que o protegem, que o isolam para que, através dos seus cinco sentidos, crie o mundo organizado pelo instinto e pela razão que forma a sua realidade. As “capas” têm a finalidade de isolá-lo das informações que podem “desorganizar” essa realidade em que o indivíduo nasce e cresce. É um condicionamento que vai formando a sua visão da realidade. Não há, portanto, uma fórmula para desenvolver a sensibilidade, pois cada sujeito é um universo e a forma como ele – ser – se relaciona com o mundo – objetiva ou subjetivamente – é ditado pela sua essência individual. Na ampliação da consciência, aos poucos, essas “capas de proteção” do eu vão sendo destruídas e o sujeito começa a sentir a atuação de outras forças, outras realidades que não podem ser identificadas nem medidas pelos aparelhos sensoriais do indivíduo ou da Ciência.
Uma característica bastante comum é o aumento da sensibilidade auditiva e da reação orgânica à mudança da pressão atmosférica. Aos poucos, também, o indivíduo começa a captar e a sentir-se parte da rede energética que interliga todos os seres humanos, a terra e o cosmo. Há, por exemplo, uma sensação de muito mal-estar, antes de acontecimentos que envolvem acidentes e mortes, semelhante a um aumento de carga energética que busca uma descarga - embora o indivíduo não possa determinar o que vai acontecer. Em 1994, por exemplo, o telescópio espacial Hubble registrou a colisão dos restos do cometa Shoemaker-Levy 9 com Júpiter causando dramáticas mudanças na atmosfera do planeta, como foi registrado. Mas, antes que o telescópio tivesse registrado a rota de colisão, uma freira uruguaia fez uma intensa campanha para que todos estocassem alimentos e construíssem abrigos subterrâneos porque a Terra seria atingida por um meteoro. Ela sentiu o evento catastrófico que se estava formando para não soube determinar o local. Eu, por exemplo, me lembro que o assassinato de um vizinho à noite, com um tiro de revólver na cabeça por um menor que o assaltou na entrada da garagem, foi sentido por mim como um raio que me atravessou o crânio. Esta percepção do sensitivo é inevitável, embora alguns falem em técnicas que podem protegê-lo dessa experiência.
Há muita crendice nessa área e, por isto, é preciso que se desenvolva a observação e a experiência pessoais.

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