O Real e O Verdadeiro
Imaginava eu que todas as pessoas estivessem interessadas em saber a diferença entre o real e a ilusão. Percebo, agora, que esta distinção não tem importância. Aqueles que vivem pela fé e pela percepção daquilo que lhes parece real seguem o rebanho que determina as suas certezas e neste, a maioria sempre é considerada certa. Como dizia José Saramago, estou perdendo o meu tempo ao querer despertar as pessoas para a minha realidade. Esta não tem a menor importância para o outro que vive a sua existência de acordo com a sua consciência. Sabemos que temos consciência. Mas o que é consciência? Os grandes sábios ainda não encontraram respostas. Afinal nem sabemos o que é matéria. Então como conseguir compreender que a consciência é produto do cérebro, da matéria? Voltamos a Platão e ficamos na dúvida se a fé é um mundo real.
Os Mitos, Deus, anjos, demônios e espíritos povoam as mentes de todos. Qual é a importância de serem inverdades e ilusões, qual é a relevância para quem tem um cérebro formatado pelo condicionamento?
Então chega-se à conclusão de que a Verdade tem muitas faces e seja qual o lado em que nos miramos, continuamos confusos. O Real e o Verdadeiro são subjetivos e, cada um, tem a sua Verdade.
Os Mitos, Deus, anjos, demônios e espíritos povoam as mentes de todos. Qual é a importância de serem inverdades e ilusões, qual é a relevância para quem tem um cérebro formatado pelo condicionamento?
Então chega-se à conclusão de que a Verdade tem muitas faces e seja qual o lado em que nos miramos, continuamos confusos. O Real e o Verdadeiro são subjetivos e, cada um, tem a sua Verdade.
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