O Eu Verdadeiro
Estou completando o meu processo de individuação que faz 35 anos.
Para ampliar a minha consciência eu tenho que escrever e publicar, necessariamente, os meus pensamentos. É da minha natureza dizer a verdade. (No meu Mapa Astral, Júpiter, a Justiça, está no Ascendente). Porque a minha consciência é holística e amoral, preciso policiar-me para não ofender consciente ou inconsciente as pessoas que estão ao meu lado.
Nos últimos tempos passei um período conturbado. Muita insegurança e dúvidas sobre a minha vida. O autoconhecimento é um processo fantástico. Mas tendo como Mestre C. G. Jung e muito estudo, o processo torna-se mais compreensível.
Eu percebia a presença de uma força muito forte que me acompanhava, inclusive com forte conteúdo moral. Pensei inicialmente no Espírito, mas o descartei porque entendi que é uma crença. Imaginei que fosse a intuição que é forte, mas também não podia ser porque ela é somente um insight. O Ego continuava a me perturbar, embora eu o tivesse rebaixado à sua condição (criado pelos outros) há muitos anos. Só então, caiu a ficha! É o meu Eu verdadeiro!
Os instintos são mais fortes que o Ego. Na meia idade promoveram uma revolução, a crise existencial. Eles revoltaram-se e apoiaram o Eu verdadeiro que também era inconsciente. Entre mortos e feridos, como não poderia deixar de ser, o Eu verdadeiro foi o vencedor. O Ego continua em um nível inferior. Ele entra na parada quando outros Egos me agridem.
No processo de individuação, penso que juntei todos os meus pedaços (?) e agora sou eu-mesmo, o Eu verdadeiro. Um ser inteiro que basta a si mesmo. Penso que a degradação física provocada pela idade, no meu caso, não atinge somente o corpo físico mas também a consciência que é memória. Mas estou feliz porque a minha natureza me levou ao máximo possível como ser humano. Permitiu-me ter consciência do Todo o que é um privilégio. Espero (olha a esperança!) escrever o livro da minha vida.
Para ampliar a minha consciência eu tenho que escrever e publicar, necessariamente, os meus pensamentos. É da minha natureza dizer a verdade. (No meu Mapa Astral, Júpiter, a Justiça, está no Ascendente). Porque a minha consciência é holística e amoral, preciso policiar-me para não ofender consciente ou inconsciente as pessoas que estão ao meu lado.
Nos últimos tempos passei um período conturbado. Muita insegurança e dúvidas sobre a minha vida. O autoconhecimento é um processo fantástico. Mas tendo como Mestre C. G. Jung e muito estudo, o processo torna-se mais compreensível.
Eu percebia a presença de uma força muito forte que me acompanhava, inclusive com forte conteúdo moral. Pensei inicialmente no Espírito, mas o descartei porque entendi que é uma crença. Imaginei que fosse a intuição que é forte, mas também não podia ser porque ela é somente um insight. O Ego continuava a me perturbar, embora eu o tivesse rebaixado à sua condição (criado pelos outros) há muitos anos. Só então, caiu a ficha! É o meu Eu verdadeiro!
Os instintos são mais fortes que o Ego. Na meia idade promoveram uma revolução, a crise existencial. Eles revoltaram-se e apoiaram o Eu verdadeiro que também era inconsciente. Entre mortos e feridos, como não poderia deixar de ser, o Eu verdadeiro foi o vencedor. O Ego continua em um nível inferior. Ele entra na parada quando outros Egos me agridem.
No processo de individuação, penso que juntei todos os meus pedaços (?) e agora sou eu-mesmo, o Eu verdadeiro. Um ser inteiro que basta a si mesmo. Penso que a degradação física provocada pela idade, no meu caso, não atinge somente o corpo físico mas também a consciência que é memória. Mas estou feliz porque a minha natureza me levou ao máximo possível como ser humano. Permitiu-me ter consciência do Todo o que é um privilégio. Espero (olha a esperança!) escrever o livro da minha vida.
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