Mas, afinal o que é amor?
Nada me soa mais certo do que amar o próximo como a si mesmo: amo-o e odeio-o como amo e odeio a mim mesmo. Será que alguém é capaz de amar integralmente a si mesmo? Será que o lado escuro - o lobo que habita as profundezas de cada um – precisa ser sacrificado para que triunfe a luz? Mas por que a luz precisa triunfar se o universo é composto de luz e sombra? Conduzimo-nos por falsos valores, por uma falsa moral ditada pelo intelecto – Lúcifer, o Portador da Luz. Falsa porque é uma ilusão. A Luz sem as Trevas é Nada.
Mas, afinal o que é amor?
O Amor (com A maiúscula) é o sentimento de união com o Todo (tudo e todos).
O amor tal qual o conhece o homem massa é o apego. Quanto maior o apego por uma determinada idéia, pessoa ou objeto, maior é o amor. Nele encontra prazer e segurança que, entretanto, como tudo no mundo, são passageiros. Então este homem cria um ser que lhe dará amor e segurança eternos e o chama Deus. Para os seus inimigos – aqueles que não pensam como ele – cria o inferno, comandado por Satã, onde sofrerão eternamente.
A atração entre opostos não é amor, mas uma necessidade utilitária. Instintivamente cada ser humano necessita desenvolver qualidades naturais pouco desenvolvidas. Para isto ele precisa do outro. Ao encontrá-lo usa de todos os meios – principalmente a sedução - para conseguí-lo. Dependendo do caráter de cada um, pode ser uma guerra muitas vezes dissimulada ou uma aliança em que o outro supre as suas deficiências em troca dos seus tesouros. Um negócio instintivo no nível do inconsciente.
Nós homens da civilização ocidental do século XXI, face aos poderes que estamos conquistando com a descoberta das leis que movem o cosmo e a vida, pensamos ser livres, desvinculados da alma universal. Satanizamos o irracional, o intuitivo, a sabedoria dos antigos, e usando o poder da vontade, aliado à inteligência e à razão pensamos na imortalidade e em poderes infinitos. Pensamos ser os donos da verdade, esquecendo que existem sabedorias milenares que aí estão e que, se divulgadas e aplicadas, poderiam servir para sair desse estado de guerra não declarada em que vivemos apesar de todo o nosso desenvolvimento tecnológico.
Vejam quanta sabedoria em Paracelso:
"Quem nada conhece, nada ama./Quem nada ama, nada compreende./Quem nada compreende, nada vale./Mas quem compreende, ama, observa, vê./Quanto mais conhecimento houver, tanto maior o amor./Aquele que imagina que todos os frutos amadurecem ao mesmo tempo, como a cereja, nada sabe a respeito das uvas."
Mas sabe alguém o que é amor? Parece que todos sabem o que é poder e paixão. Mas, amor, alguém sabe o que é amor?
Mas, afinal o que é amor?
O Amor (com A maiúscula) é o sentimento de união com o Todo (tudo e todos).
O amor tal qual o conhece o homem massa é o apego. Quanto maior o apego por uma determinada idéia, pessoa ou objeto, maior é o amor. Nele encontra prazer e segurança que, entretanto, como tudo no mundo, são passageiros. Então este homem cria um ser que lhe dará amor e segurança eternos e o chama Deus. Para os seus inimigos – aqueles que não pensam como ele – cria o inferno, comandado por Satã, onde sofrerão eternamente.
A atração entre opostos não é amor, mas uma necessidade utilitária. Instintivamente cada ser humano necessita desenvolver qualidades naturais pouco desenvolvidas. Para isto ele precisa do outro. Ao encontrá-lo usa de todos os meios – principalmente a sedução - para conseguí-lo. Dependendo do caráter de cada um, pode ser uma guerra muitas vezes dissimulada ou uma aliança em que o outro supre as suas deficiências em troca dos seus tesouros. Um negócio instintivo no nível do inconsciente.
Nós homens da civilização ocidental do século XXI, face aos poderes que estamos conquistando com a descoberta das leis que movem o cosmo e a vida, pensamos ser livres, desvinculados da alma universal. Satanizamos o irracional, o intuitivo, a sabedoria dos antigos, e usando o poder da vontade, aliado à inteligência e à razão pensamos na imortalidade e em poderes infinitos. Pensamos ser os donos da verdade, esquecendo que existem sabedorias milenares que aí estão e que, se divulgadas e aplicadas, poderiam servir para sair desse estado de guerra não declarada em que vivemos apesar de todo o nosso desenvolvimento tecnológico.
Vejam quanta sabedoria em Paracelso:
"Quem nada conhece, nada ama./Quem nada ama, nada compreende./Quem nada compreende, nada vale./Mas quem compreende, ama, observa, vê./Quanto mais conhecimento houver, tanto maior o amor./Aquele que imagina que todos os frutos amadurecem ao mesmo tempo, como a cereja, nada sabe a respeito das uvas."
Mas sabe alguém o que é amor? Parece que todos sabem o que é poder e paixão. Mas, amor, alguém sabe o que é amor?
Comentários
Postar um comentário