Ladrão, ladrão, corrupto...

"Nós não temos consciência de quem somos, mas projetamos no outro o que somos. No julgamento que emitimos a respeito do outro, revelamos involuntariamente nossos próprios defeitos: simplesmente culpamos o outro de todas as nossas próprias faltas que não conseguimos ver. Enxergamos todos os defeitos no outro, criticamos sempre o nosso semelhante e queremos sempre educá-lo e corrigi-lo. Não é nada fácil tomar consciência e assumir, por própria conta e risco, todas as baixezas e perversidades de que não hesitamos em julgar capazes os outros e contra os quais nos sentimos indignados durante uma vida inteira. A existência real de um inimigo sobre o qual se podem descarregar todas as nossas maldades, constitui um inegável alívio para a consciência."
(Carl Gustav Jung)

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Meu avô - Francisco Pitz – “Dea Petza Chic”

Seres extraterrestres

Condicionamento do cérebro