O Cérebro e o Coração
Sou condicionado pela Ciência a privilegiar o cérebro nas minhas postagens sobre autoconhecimento. Não faz muito tempo que descobri o poder do coração. Ele também tem memória provou-se depois das cirurgias de transplantes do coração. Fiz cirurgia do coração e percebi que interferiu nos meus sentimentos.
Observe, o pensamento é produzido pelo cérebro e o sentimento pelo coração. Afirma o professor Hélio Couto que o coração tem impulso elétrico 70 vezes maior e o campo magnético 5.000 vezes maior do que o cérebro. Observem, então, que o cérebro e o coração devem trabalhar juntos.
C. G. Jung afirma: "Há uma oposição entre pensamento e sentimento"....”Se me oriento pelo pensamento, não posso me orientar, ao mesmo tempo, pelo sentimento, porque o pensamento e o sentimento são duas funções inteiramente distintas. Embora os sentimentos sejam inteiramente subjetivos, a forma como se manifestam tem como base um julgamento de valor, o elemento racional nessa função”.
Escreve Jung que na sua visita aos índios Pueblo no Novo México, o cacique lhe falou que os americanos são loucos porque dizem que o homem pensa com o cérebro, mas todo homem de bom senso sabe que se pensa com o coração.
Acreditar é um sentimento e, portanto, envolve o coração. Os nossos amores, mesmo depois de mortos, continuam a morar no nosso coração.
Pensar com o coração tem muito mais força...
Observe, o pensamento é produzido pelo cérebro e o sentimento pelo coração. Afirma o professor Hélio Couto que o coração tem impulso elétrico 70 vezes maior e o campo magnético 5.000 vezes maior do que o cérebro. Observem, então, que o cérebro e o coração devem trabalhar juntos.
C. G. Jung afirma: "Há uma oposição entre pensamento e sentimento"....”Se me oriento pelo pensamento, não posso me orientar, ao mesmo tempo, pelo sentimento, porque o pensamento e o sentimento são duas funções inteiramente distintas. Embora os sentimentos sejam inteiramente subjetivos, a forma como se manifestam tem como base um julgamento de valor, o elemento racional nessa função”.
Escreve Jung que na sua visita aos índios Pueblo no Novo México, o cacique lhe falou que os americanos são loucos porque dizem que o homem pensa com o cérebro, mas todo homem de bom senso sabe que se pensa com o coração.
Acreditar é um sentimento e, portanto, envolve o coração. Os nossos amores, mesmo depois de mortos, continuam a morar no nosso coração.
Pensar com o coração tem muito mais força...
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