A Escolha

A escolha de hoje está condicionada pelas escolhas que fiz durante toda a minha vida, na maioria das vezes, inconscientemente, isto é, não avaliando as repercussões e os desdobramentos futuros. Cada escolha, cada ato de vontade, cada satisfação de desejo é um fio que me amarra. Cada escolha que fiz representa um vínculo. De certa forma, sou prisioneiro das escolhas que fiz no passado. (kaipitz1)
Por isso, instintivamente, a minha inteligência levou-me a me afastar da rotina, das lides do mundo, que rompesse as amarras criadas pela vida. E então, livre, me dedicasse a pensar sobre os mistérios da vida. Não foi fácil, pois os instintos, principalmente o sexual, continuam a exigir satisfações e prazeres que somente são possíveis na convivência social. Esta ruptura é um delito na convivência social e que somente com muita dedicação me levou para um novo paradigma, a uma nova etapa no caminho da evolução. A abertura levou luz a novos conceitos na existência. A consciência descobriu novos mundos impensáveis e que surpreenderam. Novas possibilidades, novos caminhos, novas construções, novos abismos a serem descobertos e desbravados. A vida abriu novas brechas nos caminhos que pareciam bloqueados pelas certezas de antanho. Tudo é novo e diferente para aquele em que a alma não é pequena.
Mudar, não de casa, de cidade ou dos amigos, mas simplesmente ficar, observar o mundo em sua volta, às particularidades, aos pequenos universos que passam despercebidos na correria e no automatismo das ações cotidianas. É uma nova vida que renasce.

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