A LENDA DO PITZ QUE VEIO DE NAVIO DENTRO DE UM BARRIL
Diz a tradição familiar que o Pitz era tão pequeno que veio de navio da Alemanha, dentro de um barril. Era motivo de chacota. Parecia apenas uma lenda, mas há algo de verdadeiro nesta história. Tudo indica que um menor de idade viajava como clandestino e foi "adotado" pela família Pütz. Ele não viajava dentro do barril porque era pequeno, mas para esconder-se. Teria, possivelmente, entre 14 e 16 anos e passaria a ser "o filho mais velho" da família Pütz. Seu nome era Jakob Bornhausen(ser).
Afirma Aderbal João Philippi:
[...] Houve alguns casos de passageiros clandestinos, quase sempre órfãos, que ao serem descobertos, foram amparados e garantidos por outras famílias, como contam as tradições familiares. [...](PHILIPPI, 1995, p. 19).¹
Esta lenda é confirmada por Jorge Bornhausen, filho de Irineu Bornhausen.²
Johanna Pütz, filha mais velha Michael Pütz) casou-se com Jakob Bornhausen, provavelmente, em 1833. O primeiro registro público dele aconteceu quando com a sua mulher, recebeu em 1847, a Sorte número 54 na Colônia Santa Isabel. Já tinham quatro filhos. A filha mais velha, Luisa ou Isabel, tinha 13 anos. Tudo indica que eles estavam morando com a família Pütz no Louro, Colônia de São Pedro de Alcântara-SC.
Um dos filhos, Pedro Bornhausen, mudou-se para Itajaí-SC. Seu filho João foi pai de Irineu Bornhausen, governador e senador do Estado de Santa Catarina. Jorge, seu filho, também foi governador, senador, ministro de dois governos e embaixador do Brasil em Portugal.
Jorge Bornhausen vem a ser trineto de Jacob Bornhausen e Johanna Pütz.³
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¹ PHILIPPI, Aderbal João. São Pedro de Alcântara - A primeira colônia alemã de Santa Catarina. Florianópolis: Ed. Do Autor, 1995, pgs. 19 e 136. ² http://agenciaal.alesc.sc.gov.br/…/jorge-konder-bornhausen-… . Acessado em 26 dez.2016.
³ http://genealogiasul.xpg.uol.com.br/pafg76.htm#1695 . Acessado em 26 dez. 2016.
Afirma Aderbal João Philippi:
[...] Houve alguns casos de passageiros clandestinos, quase sempre órfãos, que ao serem descobertos, foram amparados e garantidos por outras famílias, como contam as tradições familiares. [...](PHILIPPI, 1995, p. 19).¹
Esta lenda é confirmada por Jorge Bornhausen, filho de Irineu Bornhausen.²
Johanna Pütz, filha mais velha Michael Pütz) casou-se com Jakob Bornhausen, provavelmente, em 1833. O primeiro registro público dele aconteceu quando com a sua mulher, recebeu em 1847, a Sorte número 54 na Colônia Santa Isabel. Já tinham quatro filhos. A filha mais velha, Luisa ou Isabel, tinha 13 anos. Tudo indica que eles estavam morando com a família Pütz no Louro, Colônia de São Pedro de Alcântara-SC.
Um dos filhos, Pedro Bornhausen, mudou-se para Itajaí-SC. Seu filho João foi pai de Irineu Bornhausen, governador e senador do Estado de Santa Catarina. Jorge, seu filho, também foi governador, senador, ministro de dois governos e embaixador do Brasil em Portugal.
Jorge Bornhausen vem a ser trineto de Jacob Bornhausen e Johanna Pütz.³
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¹ PHILIPPI, Aderbal João. São Pedro de Alcântara - A primeira colônia alemã de Santa Catarina. Florianópolis: Ed. Do Autor, 1995, pgs. 19 e 136. ² http://agenciaal.alesc.sc.gov.br/…/jorge-konder-bornhausen-… . Acessado em 26 dez.2016.
³ http://genealogiasul.xpg.uol.com.br/pafg76.htm#1695 . Acessado em 26 dez. 2016.
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