AQUILO QUE OS NOSSOS SENTIDOS NÃO REGISTRAM
Aquilo que os nossos sentidos não registram forma um mundo à parte. A nossa psique, a alma não é percebida pelos sentidos, mas isto não quer dizer que ela não exista. Somos um ente invisível que está preso a um corpo físico. Nossos pensamentos e sentimentos são tão reais quanto à matéria que molda o corpo.
A matéria porque pode ser sentida, percebida e experimentada é a base segura dos extrovertidos, a grande maioria da população. Os introvertidos que tem uma percepção do mundo oculto não podem transferir a sua experiência, mas somente os pensamentos em palavras, cujos significados exigem uma compreensão profunda e que muitas vezes não são entendidos pelo outro.
As forças invisíveis da vida, muitas vezes chamadas de espíritos, na verdade são criações do cérebro que nas suas maquinações nos ilude e alia-se a imaginações e crenças.
O universo à parte, apreendido pelos artistas cria as maravilhas da literatura, do cinema e de todas as demais artes formando o mundo intelectual criativo que todos conhecemos.
Sentir-se este ente invisível na sua plenitude, acompanhando o corpo físico nas suas atividades cotidianas, com consciência, é a experiência extrema dos místicos.
Sem Ego é impossível viver no mundo dos Egos e, por isto, a solidão para eles não é uma opção, mas uma necessidade.
A matéria porque pode ser sentida, percebida e experimentada é a base segura dos extrovertidos, a grande maioria da população. Os introvertidos que tem uma percepção do mundo oculto não podem transferir a sua experiência, mas somente os pensamentos em palavras, cujos significados exigem uma compreensão profunda e que muitas vezes não são entendidos pelo outro.
As forças invisíveis da vida, muitas vezes chamadas de espíritos, na verdade são criações do cérebro que nas suas maquinações nos ilude e alia-se a imaginações e crenças.
O universo à parte, apreendido pelos artistas cria as maravilhas da literatura, do cinema e de todas as demais artes formando o mundo intelectual criativo que todos conhecemos.
Sentir-se este ente invisível na sua plenitude, acompanhando o corpo físico nas suas atividades cotidianas, com consciência, é a experiência extrema dos místicos.
Sem Ego é impossível viver no mundo dos Egos e, por isto, a solidão para eles não é uma opção, mas uma necessidade.
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