Deus
E aqui estou eu. O final da caminhada. Estudei a história das religiões, a Bíblia, Deus. As minhas revelações (ou insights) foram-se acumulando e, finalmente, o observador está fora do corpo físico. Cheguei! A verdade é individual, própria, e, portanto ninguém pode ensiná-la. Ela é uma descoberta pessoal. Deus não existe. O que chamam de Deus são as forças do Universo que existem por si mesmas e não são comandadas. Elas, a começar pela mais conhecida, a força da gravidade, interagem no nosso cotidiano, não comandadas por um ente superior, mas simplesmente numa ação e reação às ações dos indivíduos.
O Diabo também não existe. Mas há as forças do Bem e do Mal, Amor e Ódio (e todas as suas variantes) que não estão no Universo, mas são ingredientes do ser humano.
No início da minha caminhada, após a revolução que me transformou na meia idade, instintivamente eu procurava algo, mas não sabia o que. Sabia que quando o encontrasse eu o identificaria. Comecei deitado no banco da Igreja de São Pedro quando sonhos e pesadelos me sobressaltaram. Saí dali de chinelos e uma pequena mochila.
Comecei a ler e a estudar Religião, Filosofia e Psicologia com muita dificuldade, pois cada Ciência tem termos próprios e desconhecidos. Já tinha concluído o Curso de Direito na UFSC, o que foi, na verdade, um conhecimento geral pois, para ser um profissional do Direito é básico ter um ego forte, coisa que eu não tinha. O Ego, para alguém que tenha interesse em conhecê-lo, é a maior desgraça do ser humano. Há referência em escritos antigos, quando a não crença em Deus levava à pena de morte, que Deus desgostoso com a criação do Ego pelo homem, levantou-se do seu trono e deixou o mundo à sua sorte.
Comprei muitos livros na Livraria da UFSC.
Comecei a participar de grupos de discussão das áreas que estava estudando. De um grupo de Filosofia fui excluído pois o coordenador entendeu que eu não tinha inteligência adequada para desenvolver pensamentos filosóficos. Mas participei de outros grupos. Muito aprendi, pois era uma pessoa interessada.
O Diabo também não existe. Mas há as forças do Bem e do Mal, Amor e Ódio (e todas as suas variantes) que não estão no Universo, mas são ingredientes do ser humano.
No início da minha caminhada, após a revolução que me transformou na meia idade, instintivamente eu procurava algo, mas não sabia o que. Sabia que quando o encontrasse eu o identificaria. Comecei deitado no banco da Igreja de São Pedro quando sonhos e pesadelos me sobressaltaram. Saí dali de chinelos e uma pequena mochila.
Comecei a ler e a estudar Religião, Filosofia e Psicologia com muita dificuldade, pois cada Ciência tem termos próprios e desconhecidos. Já tinha concluído o Curso de Direito na UFSC, o que foi, na verdade, um conhecimento geral pois, para ser um profissional do Direito é básico ter um ego forte, coisa que eu não tinha. O Ego, para alguém que tenha interesse em conhecê-lo, é a maior desgraça do ser humano. Há referência em escritos antigos, quando a não crença em Deus levava à pena de morte, que Deus desgostoso com a criação do Ego pelo homem, levantou-se do seu trono e deixou o mundo à sua sorte.
Comprei muitos livros na Livraria da UFSC.
Comecei a participar de grupos de discussão das áreas que estava estudando. De um grupo de Filosofia fui excluído pois o coordenador entendeu que eu não tinha inteligência adequada para desenvolver pensamentos filosóficos. Mas participei de outros grupos. Muito aprendi, pois era uma pessoa interessada.
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