O Cérebro

Antigamente pensava que Eu determinava as coisas. Ledo engano. Elas sempre estiveram no comando do cérebro, que abrange o corpo todo. Agora percebo com mais força esta realidade, pois ele, o corpo, está envelhecendo. Está menos ágil e menos ativo, para dizer o mínimo. A força do sexo de que ele muito se alimenta, está cadente, assim como a força da vida. Sinal dos tempos. Mas a minha jornada foi miraculosa observando os progressos, os avanços, a evolução e a progressão da minha consciência.
Intelectualmente decifrei o nome da família: “Die Petza” (os Petz), dizia o meu pai. E por que? Porque o nome original era Pütz e este Petz era a pronúncia no dialeto baixo-alemão daquela região do Hundsrücken. Também identifiquei a história de que o “Pitz” era baixinho e veio no navio, dentro de um barril. Este era um adolescente (Jacob Bornhausen(r)) que, na embarcação, foi adotado pela família “Pütz” (conclusões minhas do livro “São Pedro de Alcântara” de Aderbal João Philippi).
Nascido e batizado católico fui estudar no Seminário católico, por cinco anos e meio. Muitos anos depois perdi a fé e tive a revelação: ¨o homem criou as religiões, o Diabo e o Deus todo poderoso e imortal”.
Descobri que Jesus é um mito, ele prega a fé e Buda (outro mito) a despreza. Abandonei o Ego e todas as crenças, inclusive aquelas cultivadas pelo Ego como a fé remove montanhas e querer é poder. Sou livre, a meta de todo místico. Livre do Ego, das crenças e da fé. Foi um esforço muito grande. Obrigado, cérebro!

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