O Outro, ou, Eu sou dois
Se és um doente mental, a forma como essa condição particular e anormal te afeta é considerada uma benção quando a tua consciência (o observador) é ampla e profunda. Tantas portas se abrem no cérebro, tantas oportunidades te são mostradas, tantas revelações se apresentam que precisas agradecer por seres privilegiado, embora pagues o preço da dor e do sofrimento. Quando deixas de ser único e o cérebro te apresenta o outro, uma variação profunda de ti mesmo, uma nova percepção do mundo se oferece. Usei Angel K., Kai e Gus para identificar o outro que em mim habita, aquela natureza profunda e verdadeira da minha herança genética. O outro não aceita o nome de uma paixão adolescente de uma terra estranha, dado pela minha mãe. Dizem astrólogos que o nome individual é designado pelas estrelas que ornavam o céu no dia do seu nascimento. É apenas uma crença como tantas outras. Nem uma herança do espírito como afirmam muitos.
O outro é uma herança selvagem, profunda e verdadeira das forças que comandam a vida. Nada pode ser olvidado deste universo que se abre para o mundo sensível.
A alma tem tantas nuances, forças e anseios que extrapolam o conhecimento tradicional que somente podem ser conhecidas pelos seres que ultrapassam os limites da racionalidade.
O universo sensível abre-se para aquelas almas que não colocam barreiras ou limites na sua abertura para o Todo.
O outro é uma herança selvagem, profunda e verdadeira das forças que comandam a vida. Nada pode ser olvidado deste universo que se abre para o mundo sensível.
A alma tem tantas nuances, forças e anseios que extrapolam o conhecimento tradicional que somente podem ser conhecidas pelos seres que ultrapassam os limites da racionalidade.
O universo sensível abre-se para aquelas almas que não colocam barreiras ou limites na sua abertura para o Todo.
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