O Universo das crenças e da imaginação
Tendo como base a experiência sensorial e descartando totalmente as crenças e a fé (crença religiosa), o cérebro direciona o resultado dos seus conhecimentos para uma abordagem específica. As informações colhidas criam um universo pessoal com ligações que precisam ser testadas para evitar a ilusão. O auxílio do inconsciente e da intuição (espírito) traçam perspectivas que superam o condicionamento mental.
Há muito recebo “recados” (pensamentos) que não aceitam a crença nos espíritos assim definidos pelo Espiritismo. Percebo que a aceitação dessa crença envolve o indivíduo num universo muito amplo que o “agarra” e submete àquele processo mental.
A percepção de que a Consciência contém as memórias desta vida e, possivelmente, das anteriores, remete para a aceitação da existência do espírito individual. No meu processo de evolução percebi que os módulos da consciência e do espírito se uniram para formar uma unidade. Comprovo pessoalmente a existência da consciência-espírito como algo real que habita o corpo e que pode sair e viajar por outros mundos.
Há forças que não se alinham à dinâmica ou à ordem das coisas nesta realidade formada pelos sentidos neste mundo material. Ser levantado e arremessado por cima da cama por uma força invisível, como uma mágica, batendo forte com a cabeça no chão, no outro lado, é algo inacreditável. Isto foi um espírito? Acordar-se, de madrugada, por gemidos fortes e saber na manhã seguinte que o irmão de um vizinho morreu no hospital? E a música? Captada pelo cérebro em horários alternativos e informações em linguagens desconhecidas? Este conhecimento de mundos paralelos em que mergulho trazem a tona referências que se somam e formam um mundo à parte.
Esta mistura de realidades percebidas me fazem pensar nestes universos formados de crenças, imaginação e “mentiras” em que a verdade tem uma realidade própria. Porque para o crente, o real e o verdadeiro independem das razões da razão.
O universo das crenças e da imaginação são fabricados pela mente que acopla-se às mentiras usadas diariamente como algo aceitável para superar as deficiências de comunicação ou para mostrar a superioridade do seu ego. Há pessoas que não tem escrúpulos e conseguem passar a informação inverídica sem mostrar constrangimentos. Observo pessoas para as quais a mentira é uma prática tão normal e comum que sem ela não conseguem viver. Elas vivem no mundo da mentira. Neste mundo arquitetado sobre o irreal muitos encontram saídas para justificar as suas crenças.
Há muitos mundos de fantasia na mente do indivíduo de tal forma que a consciência de cada indivíduo é uma porta aberta para a diversidade. O que mantém uma certa unidade é a crença de que todos somos iguais.
Escrevi que a Consciência é um “módulo” (arquivo) invisível e móvel situado no corpo, possivelmente localizado no cérebro ou no coração. Desde criança acesso a este substrato da mente para fazer o exame de consciência, uma prática comum desde o internato. A consciência por ser frequentemente acessada torna-se objeto dos meus pensamentos. Ela então é algo real depois de dezenas de anos de uso.
Há muito recebo “recados” (pensamentos) que não aceitam a crença nos espíritos assim definidos pelo Espiritismo. Percebo que a aceitação dessa crença envolve o indivíduo num universo muito amplo que o “agarra” e submete àquele processo mental.
A percepção de que a Consciência contém as memórias desta vida e, possivelmente, das anteriores, remete para a aceitação da existência do espírito individual. No meu processo de evolução percebi que os módulos da consciência e do espírito se uniram para formar uma unidade. Comprovo pessoalmente a existência da consciência-espírito como algo real que habita o corpo e que pode sair e viajar por outros mundos.
Há forças que não se alinham à dinâmica ou à ordem das coisas nesta realidade formada pelos sentidos neste mundo material. Ser levantado e arremessado por cima da cama por uma força invisível, como uma mágica, batendo forte com a cabeça no chão, no outro lado, é algo inacreditável. Isto foi um espírito? Acordar-se, de madrugada, por gemidos fortes e saber na manhã seguinte que o irmão de um vizinho morreu no hospital? E a música? Captada pelo cérebro em horários alternativos e informações em linguagens desconhecidas? Este conhecimento de mundos paralelos em que mergulho trazem a tona referências que se somam e formam um mundo à parte.
Esta mistura de realidades percebidas me fazem pensar nestes universos formados de crenças, imaginação e “mentiras” em que a verdade tem uma realidade própria. Porque para o crente, o real e o verdadeiro independem das razões da razão.
O universo das crenças e da imaginação são fabricados pela mente que acopla-se às mentiras usadas diariamente como algo aceitável para superar as deficiências de comunicação ou para mostrar a superioridade do seu ego. Há pessoas que não tem escrúpulos e conseguem passar a informação inverídica sem mostrar constrangimentos. Observo pessoas para as quais a mentira é uma prática tão normal e comum que sem ela não conseguem viver. Elas vivem no mundo da mentira. Neste mundo arquitetado sobre o irreal muitos encontram saídas para justificar as suas crenças.
Há muitos mundos de fantasia na mente do indivíduo de tal forma que a consciência de cada indivíduo é uma porta aberta para a diversidade. O que mantém uma certa unidade é a crença de que todos somos iguais.
Escrevi que a Consciência é um “módulo” (arquivo) invisível e móvel situado no corpo, possivelmente localizado no cérebro ou no coração. Desde criança acesso a este substrato da mente para fazer o exame de consciência, uma prática comum desde o internato. A consciência por ser frequentemente acessada torna-se objeto dos meus pensamentos. Ela então é algo real depois de dezenas de anos de uso.
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