Os acontecimentos paranormais são provocados pelo espírito. Este se manifesta através do pensamento. Ele é a força da vida e, aparentemente, o que os orientais chamam de Tao que é a manifestação do Uno. Este é a origem do movimento e da pluralidade. O Uno não é uma coisa, nem o Ser, nem a Ideia, nem a Forma. O Uno é o que faz com que cada coisa, ser, ideia ou forma, seja o que é.
Neste contexto penso que os movimentos sonoros e indistintamente visíveis chamados de espírito pelo espiritismo são criações da mente. Isto porque em toda a história do espiritismo não encontramos algum espírito que seja identificado, isto é, de que se tenha registro de origem num ser humano que tenha vivido na terra. A crença nos espíritos forma um universo próprio em que a realidade não tem presença. Acreditar envolve a pessoa nas manifestações de sua crença. O que existe de real e invisível, no mesmo nível do pensamento, provado subjetivamente, é a consciência. A sobrevivência desta, porque ligada à vida, me dá suporte para acreditar que os fenômenos de movimento de forças invisíveis que afetam a realidade e que tem vida própria, podem ter origem na consciência de pessoas mortas e vivas. Isto porque afirma Rupert Sheldrake, o cérebro humano se comunica.
Tenho percebido uma dimensão da vida, numa outra frequência, que deve ser uma criação do cérebro. Um canal de música que eventualmente é sintonizado, vozes, gemidos e outros sons. Experiências como a visita (provável) de despedida de um amigo de longa data que teria falecido com imagens desbotadas e sem som; a visita ao mundo dos mortos, sem som, e onde as imagens parecem ser projetadas pelo cérebro. Estava eu, ao meio dia, abaixado ao lado da cama, quando fui agarrado por uma força invisível que me jogou por cima da cama para o outro lado, onde bati com força com a cabeça no chão. Minha mulher que estava na cozinha escutou o estrondo. Foi um período em que parecia que a minha casa era um lugar de acontecimentos paranormais
Há anos acontecem coisas muito estranhas na casa onde moro. Sou o primeiro morador. Gente entrando em casa, conversando, caminhando pela casa, abrindo e fechando portas, arrastando cadeiras, interfone tocando de madrugada e quando vamos olhar não há ninguém. Objetos também somem e depois reaparecem - nem todos. Barulhos fortes na escada, som de lustre caindo, entre outros. É muito interessante, mas como não acredito em espíritos apenas observo.
Sou eu
Agora de manhã, eu estava deitado na cama – a minha mulher já havia levantado – num sono leve (em estado de vigília), quando ele apareceu no lado esquerdo, perto dos pés da cama: olhos negros brilhantes, pele escura (tipo beduíno), cabelos crespos aparados, costeletas, bigode e cavanhaque desenhados e aparados, estatura mediana, peso proporcional, com uma jaqueta marrom escura com detalhes mais claros da mesma cor, calça preta. “Sou eu”, falou com uma voz sem qualquer emoção. Levou a mão direita até onde deveria ser o bolso traseiro da calça e desapareceu. Acordei.
Vou partir!
De manhã, estava no computador, “vou partir” foi a mensagem mental (pensamento) que recebi. Era sério. Sem qualquer explicação. Avisei a mulher e os filhos: - Vou partir! Estás brincando falaram. Anotei no caderno a senha das contas do banco e o telefone do seguro de vida. Sim, pela mensagem, eu estava partindo. Eu iria morrer.
À tarde, deitado na cama, abriu-se uma tela no cérebro. Do céu começou a descer sobre mim um objeto, tipo uma máscara. Descendo, descendo... A máscara cobriu o cérebro até a nuca e o outro lado posicionou-se sobre o meu coração. Pareceu-me que havia uma transferência de dados. Do cérebro para o coração. Levou o que, um minuto? e sumiu. Na tela agora, apareceu um grande vale deserto, areias com faixas coloridas, e eu sentado na entrada. Na direita entrou um senhor da mesma região de que eu vim. Chegou-se e me cumprimentou. Silêncio total. Duas pessoas que me levaram até lá, partiram. Do lado direito foram chegando "espíritos" com túnicas brancas (imagens borradas). Tive a impressão que eu estava na entrada do Céu, mas Deus não estava lá. Muito "espíritos" e – atenção!- meu amigo da Universidade que depois da morte fora despedir-se de mim no consultório médico, estava lá. Pulando e rindo. Mas era uma miragem. Depois de algum tempo, a tela e as imagens sumiram.
Depois, depois... Percebi que na minha consciência havia acontecido um “terremoto”. A minha consciência mudou. Eu não acreditava em vida eterna, mas agora tomei consciência de que a vida é eterna. Exemplos foram apresentados. A grama cortada está morta, mas a vida dela retornou ao Todo; ao boi que alimenta o homem, é retirada a vida que volta ao Todo; a formiga que mato com o pé morre, mas a centelha de vida dela retorna à origem. O homem tem espírito e ele é imortal porque o espírito é a força da vida individual. O ser vivo é uma manifestação do Todo, o corpo morre, mas a vida não. O homem depois da morte vai para outra dimensão, de acordo com o nível de sua consciência alcançadas pelas experiências que acumulou em vida.
Descobri, então que, “vou partir” foi um aviso da alma. A alma o Ego são a sua memória. A alma morre com o cérebro e o corpo. Embora nas traduções de Platão a alma seja considerada imortal é o espírito que o é. A Consciência, o Espírito e o Eu formam uma unidade ligada ao Coração.
No “Uno” não existem Deus nem o Diabo que são criações humanas. No “Uno” estão todas as forças do Universo. Na minha introspecção entro na Consciência do Eu que está no coração. O cérebro é somente um auxiliar, pois quem comanda o espetáculo da vida é o coração.
Não duvido da minha experiência porque no todo a espiritualidade é comprovada por outras pessoas, embora a maioria apenas acredite e não possua esta vivência.
Aconteceu assim...
A Alma partiu com as suas lembranças. Certamente me deixou apreensivo. É um mundo novo em que estou entrando. Não há referências, mas sinto que meu espírito, mentalmente, está me ajudando. Os apegos... Felizmente, por toda a vida aprendi a ser desapegado. Estou pronto. A minha experiência de vida me promoveu. Estou apto a incorporar-me ao Uno. Meu espírito é sugado e aqui estou no topo do Universo. Aqui não há hierarquia, todos somos espíritos evoluídos e amigos. Aqui não há passado e futuro, somente o tempo presente. Aos poucos, vou-me adaptando, ainda surpreso pelas novidades: espírito autoconsciente, poderoso e imortal. Nunca, nunca imaginei atingir tal realidade. Ah, e o tempo é o Presente... Vamos dançar?
De manhã, estava no computador, “vou partir” foi a mensagem mental (pensamento) que recebi. Era sério. Sem qualquer explicação. Avisei a mulher e os filhos: - Vou partir! Estás brincando falaram. Anotei no caderno a senha das contas do banco e o telefone do seguro de vida. Sim, pela mensagem, eu estava partindo. Eu iria morrer.
À tarde, deitado na cama, abriu-se uma tela no cérebro. Do céu começou a descer sobre mim um objeto, tipo uma máscara. Descendo, descendo... A máscara cobriu o cérebro até a nuca e o outro lado posicionou-se sobre o meu coração. Pareceu-me que havia uma transferência de dados. Do cérebro para o coração. Levou o que, um minuto? e sumiu. Na tela agora, apareceu um grande vale deserto, areias com faixas coloridas, e eu sentado na entrada. Na direita entrou um senhor da mesma região de que eu vim. Chegou-se e me cumprimentou. Silêncio total. Duas pessoas que me levaram até lá, partiram. Do lado direito foram chegando "espíritos" com túnicas brancas (imagens borradas). Tive a impressão que eu estava na entrada do Céu, mas Deus não estava lá. Muito "espíritos" e – atenção!- meu amigo da Universidade que depois da morte fora despedir-se de mim no consultório médico, estava lá. Pulando e rindo. Mas era uma miragem. Depois de algum tempo, a tela e as imagens sumiram.
Depois, depois... Percebi que na minha consciência havia acontecido um “terremoto”. A minha consciência mudou. Eu não acreditava em vida eterna, mas agora tomei consciência de que a vida é eterna. Exemplos foram apresentados. A grama cortada está morta, mas a vida dela retornou ao Todo; ao boi que alimenta o homem, é retirada a vida que volta ao Todo; a formiga que mato com o pé morre, mas a centelha de vida dela retorna à origem. O homem tem espírito e ele é imortal porque o espírito é a força da vida individual. O ser vivo é uma manifestação do Todo, o corpo morre, mas a vida não. O homem depois da morte vai para outra dimensão, de acordo com o nível de sua consciência alcançadas pelas experiências que acumulou em vida.
Descobri, então que, “vou partir” foi um aviso da alma. A alma o Ego são a sua memória. A alma morre com o cérebro e o corpo. Embora nas traduções de Platão a alma seja considerada imortal é o espírito que o é. A Consciência, o Espírito e o Eu formam uma unidade ligada ao Coração.
No “Uno” não existem Deus nem o Diabo que são criações humanas. No “Uno” estão todas as forças do Universo. Na minha introspecção entro na Consciência do Eu que está no coração. O cérebro é somente um auxiliar, pois quem comanda o espetáculo da vida é o coração.
Não duvido da minha experiência porque no todo a espiritualidade é comprovada por outras pessoas, embora a maioria apenas acredite e não possua esta vivência.
Aconteceu assim...
A Alma partiu com as suas lembranças. Certamente me deixou apreensivo. É um mundo novo em que estou entrando. Não há referências, mas sinto que meu espírito, mentalmente, está me ajudando. Os apegos... Felizmente, por toda a vida aprendi a ser desapegado. Estou pronto. A minha experiência de vida me promoveu. Estou apto a incorporar-me ao Uno. Meu espírito é sugado e aqui estou no topo do Universo. Aqui não há hierarquia, todos somos espíritos evoluídos e amigos. Aqui não há passado e futuro, somente o tempo presente. Aos poucos, vou-me adaptando, ainda surpreso pelas novidades: espírito autoconsciente, poderoso e imortal. Nunca, nunca imaginei atingir tal realidade. Ah, e o tempo é o Presente... Vamos dançar?
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