Os cérebros e o Ego

Os cérebros se comunicam. Como os grandes mistérios da vida nós passamos por eles batido. Por isto o inconsciente que tudo registra, é tão importante. E por isto há a crença e a fé naquilo que a mente consciente não percebe. Mas este é um caminho equivocado que aceita tudo, desde o irreal, as fantasias e até verdades escondidas.
As comunicações entre os cérebros precisam de uma censura automática, feita pelo próprio cérebro, que registra e preserva as mais importantes informações. Não somos uma ilha no meio de um oceano, mas um arquipélago que sofre a influência dos vizinhos.
Não são somente os cérebros que se comunicam, mas também o DNA, sutilmente, isto é, há a comunicação entre os corpos, inconscientemente.
A sincronização de cérebros e mentes é a mais fantástica informação dos últimos tempos porque ela acontece inconscientemente, mas funciona na realidade. E sobre ela o Eu não tem autoridade.
Nesta configuração entra a força do Ego. Ele assume a força principal, especialmente, se for um Ego forte e inflado. Ele é a tempestade que arrasa tudo por onde passa, não deixando espaço para a consciência. Ele tem a força da ignorância que, como sabe você, não é fraca. Diz Rajneesh que o Ego somente morre depois que, pela luta contra os Instintos, ele perde a guerra. Mas ele ressurge porque vivemos no mundo dos Egos. Em qualquer oportunidade no mundo da consciência individual ele se apresenta para reconquistar a sua posição. O Ego é um inimigo da liberdade e adepto forte do teísmo e das crenças que alimentam a personalidade. Não é por acaso que nas terapias psíquicas, o terapeuta procura fortalecer o Ego do paciente para que volte ao rebanho

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